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  • O que o Encanto queria te dizer que você ainda não ouviu

    Uma análise junguiana do filme, como se fosse um sonho Filmes nos movem de um jeito que não sabemos explicar direito. Você já assistiu a algo e saiu com aquela sensação de que foi tocado em algum lugar muito interno — e não consegue nomear onde nem por quê? Jung diria: porque o inconsciente não

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  • O que o mundo anda sonhando? O “X” da Questão em Números

    Como analista e engenheira, adoro quando os dados confirmam o que Jung já nos dizia: a psique humana compartilha uma linguagem comum. Recentemente, grandes levantamentos baseados em milhões de buscas globais revelaram os temas que mais habitam o inconsciente coletivo mundial. Vamos analisar o “Top 3” e o que eles revelam sobre o momento que

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  • Luz, Câmera e Símbolo: Filmes que entendem de Alma

    Existem filmes que são puro entretenimento, e existem obras que parecem ter sido escritas por quem mergulhou fundo no inconsciente coletivo. Como analista junguiana, meus olhos brilham quando vejo a simbologia e os arquétipos ganhando vida na tela. Aqui estão 5 indicações para quem quer treinar o olhar simbólico: Valente (Brave): Mais do que uma

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  • Alquimia: A Bússola da Transformação Psíquica

    Muitos pensam na Alquimia como a tentativa de transformar chumbo em ouro físico. Para a psicologia analítica, o laboratório é a nossa própria vida e a matéria-prima é a nossa dor, nossos complexos e nossos sonhos. Eu utilizo a Alquimia como minha bússola terapêutica. Ela nos ensina que todo processo de cura passa por fases

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  • Por que o “X” me encanta? Da Engenharia ao Inconsciente

    Minha primeira formação foi em Engenharia. Venho do mundo das exatas, dos cálculos e do racional. Mas sempre houve algo que me puxava para além dos números: o mistério. Seja devorando um livro da Agatha Christie ou tentando isolar o valor de “X” em uma equação complexa na escola, o que me movia era a

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  • A Simbologia está em tudo! (e eu posso provar)

    Você já percebeu que não falamos apenas palavras, mas evocamos mundos inteiros através delas? A simbologia não está guardada em livros empoeirados; ela pulsa no seu vocabulário cotidiano. Quando você diz: “Eu me espelho em você”, não está falando de vidro e prata. No olhar junguiano, o espelho remete à clareza da fase alquímica da

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